26 de novembro de 2015

| On the Coach

Depois de uma noite regada a tequilas, cerveja e muitos sorrisos, estavamos jogados naquele sofá em L,  fumando um cigarro de maconha, vendo a claridade invadir a sala, já que ele mesmo com minha insistência não tivera tempo ou coragem pra comprar uma persiana, cortina ou qualquer coisa que barrasse a claridade. 

Claridade essa que nos lembrava que já era manhã de quinta, conversavamos bobagens, passando o baseado sem pressa, aos poucos fomos nos aconchegando no sofá, nos aninhando cansados depois de uma noite que era pra ser apenas mais um jantar durante a semana, e que se transformou numa busca desenfreada por bares abertos... Cansados, ele se deita e coloca as pernas na altura da panturrilha em cima do meu colo, relaxados... Conversando, ele fumava deitado e eu sentado, bons amigos brisando.

Foi quando percebi que estávamos próximos demais, minha mão a tempos ja se encontra em sua coxa, ainda conversando ele pega minha mão, brincando de dar soquinhos entrelaçando nossos dedos, acidentalmente vez ou outra esbarrando em sua barriga, em seu membro, que aos poucos foi crescendo, e não sem antes olhar nos meus olhos com aqueles olhos azuis apenas me dizer, que nenhum homem o havia tocado antes, e que aquela intimidade era única e exclusiva comigo, repousando minha mão sobre seu membro.

Pronto aqui se dá início ao nosso primeiro contato sexual, eu sabia o que ele queria, mesmo não sabendo os prós e contras daquilo, mesmo sendo insensato do jeito que sou eu exitei, exitei por também querer aquilo, esse era o problema, não seria um sexo pós balada qualquer, seríamos nós avançando sem direito a voltas.

Ele me ajuda a abrir sua calça, e de dentro dela sai aquele pau branco como ele, e rosado como já havia imaginado em outros momentos, dou inicio ao oral mais saboroso desde de que terminei com o Princípe a quase 2 anos atrás... Sim caros, comparei o pau dele com o do ex, faço ele gemer, se contorcer, puxar meus cabelos, forçar um movimento cadente com minha cabeça, até que ele explode em plena satisfação, goza  na minha boca, não sem antes avisar e com a permissão que dei com meu olhar.

Me levanto com a boca cheia e sigo pro lavabo do primeiro andar, volto satisfeito... Sorrindo e o encontro com o mesmo sorriso pra mim, deito novamente na mesma posição e assim adormecemos, sem palavras apenas com esse sorriso nos rosto de ambos.  

4 comentários:

Paulo Roberto Figueiredo Braccini . Bratz disse...

Continuas o mesmo travesso de sempre né? rs

adulto disse...

Cara! O.O
Coisa boa em.
Já quero ler mais, esperando.

D.Marques disse...

por aqui tb. grande abraço.

Goodblog Badblog disse...

História picante. humhumm